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Tendências de marketing digital: o que a IA vai mudar no relacionamento com clientes

  • 29 de agosto de 2025
  • Por: Bons de Briga

As previsões da Gartner destacam uma transformação significativa na forma como as marcas interagem com seu público até 2028, gerando novas tendências de marketing digital. A inteligência artificial (IA) está reformulando estratégias, canais e valores essenciais no marketing. Neste artigo, exploramos os principais mandatos dessa nova era e analisamos seus impactos em diversos setores, desde conteúdo e engajamento até fidelidade e operações.

Visão geral das previsões da Gartner

Segundo a Gartner, até 2025, já se observam movimentos claros da IA no marketing. Mas é entre 2026 e 2028 que as mudanças se intensificam:

Até 2026: mais de um terço do conteúdo da web será criado exclusivamente para consumo por IA e mecanismos de busca.

Até 2027: o uso de apps móveis cairá 25% à medida que o público migrar para assistentes de IA.

Até 2028:

  1. 30% dos orçamentos pagos em redes sociais migrarão para canais baseados em assinaturas.
    A coleta de dados do cliente será predominantemente via interações automatizadas (85% via agentes de IA).
  2. 50% das empresas B2C abandonarão preços dinâmicos para reforçar confiança e diferenciação.
  3. 70% dos orçamentos de marketing passarão a ser investidos em canais offline devido ao movimento de “detox digital”.

Essas tendências indicam que o marketing será cada vez mais mediado por IA, não apenas na forma de entrega, mas também no entendimento e gestão do consumidor.

Impactos nas diferentes frentes do marketing

1. Conteúdo e descoberta — IA como público

Quando mais de 30% do conteúdo da web for pensado exclusivamente para consumo por IA, marcas precisarão criar material que seja estruturado, interpretável e confiável, em vez de apenas focado no ranking tradicional. Isso exigirá formato otimizado para modelos de linguagem, metadados claros e sinalização de autoridade.

2. Canais e engajamento — Assistentes dominando a experiência

A queda de 25% no uso de apps móveis reflete a ascensão dos assistentes de IA como intermediários de interação. Para se manterem relevantes, marcas terão que:

Investir em integração com assistentes de voz e chat inteligente.
Tornar suas mensagens conversacionais, contextuais e acessíveis através de comandos de voz ou texto simplificados.

3. Monetização e canais pagos — Saída das redes sociais?

Com 30% dos orçamentos pagos deslocando-se para canais por assinatura, as redes sociais sob demanda e paywalls ganham relevância. As marcas devem explorar:

Comunidades exclusivas baseadas em assinatura.
Experiências premium com valor percebido diretamente pelos usuários.

4. Dados e automação — Agentes da nova coleta

A previsão de que 85% dos dados de clientes virão de interações automatizadas por agentes de IA sinaliza a necessidade de:

Implementar fluxos de automação inteligentes que gerem dados ricos e contextualizados.
Garantir base de dados integrada, atualizada e confiável, especialmente crítico conforme destacam estudos sobre adoção de agentes de IA

5. Confiança, ética e precificação — Valor além do algoritmo

O abandono dos modelos de preço dinâmico por metade das empresas B2C sugere um reposicionamento ético das marcas. Transparência e previsibilidade se tornam diferenciais competitivos para consumidores desconfiados de práticas automatizadas.

6. Detox digital — Reforço no offline como estratégia

O fato de 70% dos orçamentos de marketing migrarem para canais offline em resposta ao detox digital revela uma oportunidade: recorrer ao tangível, eventos, lojas físicas, experiências presenciais, para resgatar conexão humana e saturação digital reduzida.

Tendências que se destacam

  • Personalização com IA e assistentes
    Interações cada vez mais customizadas por agentes conversacionais.
  • Segmentação híbrida
    Combinação entre conteúdo automatizado e experiências offline.
  • Inovação operacional
    Agentes de IA substituem tarefas repetitivas, liberando recursos para estratégias criativas.
  • Construção de confiança
    Transparência no uso de IA e precificação alinhada com ética se tornam elementos de valor.
  • Eficiência por dados de qualidade
    Dados integrados, precisos e governados são o combustível dos agentes de IA.

O futuro do marketing digital até 2028 será moldado por uma relação híbrida, entre automação e conexão humana, entre engajamento digital intenso e respiros offline. As marcas que prosperarem serão aquelas que entenderem essa dualidade, adaptarem suas estratégias de conteúdo, canais, dados e ética, e abraçarem o poder da IA sem perder o toque humano. Em um mundo em que a presença digital evolui para ser conversada, personalizada e ética, o verdadeiro diferencial será saber equilibrar tecnologia e confiança.

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